O indivíduo e a música
“A música se relaciona sempre com o indivíduo, pois nasce de sua mente, fala de suas emoções e de sua gama perceptual.” (SEKEFF, 2007, p. 17)
Cada indivíduo pode se relacionar com a música de maneiras diferentes, mas basicamente apreciando (ouvindo), executando (tocando ou cantando) ou criando (compondo, improvisando). Essas relações estarão ligadas a diferentes funções (para quê?) que, por sua vez, irão gerar diferentes usos (como?) para a música.
“para as crianças, o significado da música é profundamente relacionado à função.
A „música boa‟, dizemos, deveria ser a base da experiência infantil;
“boa para quê?”, questionam elas.
As crianças usam a música de todas as formas e funções, e descobrem que,
ao pensar e fazer música, são animadas por ela, confortadas nela,
reflexivas através dela, exuberantes com o resultado dela.
O seu uso da música varia do lúdico ao sério, e do solitário ao social.”
(CAMPBELL, apud HUMMES, 2004, p
domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Funções da música na sociedade
Usos e funções da música
Tourinho (1993) afirma que a música não é uma atividade “unidimensional, unidirecional ou unimodal”. Ouvimos, fazemos e criamos música de maneiras muito variadas. Da mesma forma, as maneiras pelas quais nos relacionamos com a música e os efeitos de nossas interações com a música apresentam muitas possibilidades.
Sekeff (2007) estimula-nos a refletir sobre o fato de que “a música é um poderoso agente de estimulação motora, sensorial, emocional e intelectual [...] tem o poder de evocar, associar e integrar experiências [...]. É uma atividade temporal, perceptiva, uma atividade de criação, recriação e/ou escuta que nunca é passiva [...]”. Em suas interfaces com outras áreas do conhecimento, como a psicologia, a antropologia, a fonoaudiologia, a musicoterapia, a educação e a educação musical – atente para as diferenças entre cada uma dessas áreas! – a música pode ter diferentes usos, estimulando aspectos motores, intelectuais e afetivos.
A música assume várias funções e pode ser usada de várias maneiras na sociedade e na escola. Não há limite para isso, pois esta é uma relação dinâmica, que cada vez mais se vê influenciada pelas novas tecnologias que se aprimoram a cada dia e acabam gerando novos meios de acesso, novos usos e novas funções para a música. Frente a esse dinamismo, o educador musical deve estar atento, ativo, crítico e criativo para diagnosticar suas possibilidades de atuação.
Material elaborado para o Curso de Licenciatura em Música da UFRGS e Universidades Parceiras, do Programa Pró-Licenciaturas II da CAPES.
Produzido pela equipe do CAEF. Porto Alegre, 2010
terça-feira, 26 de julho de 2011
Breve História do Piano
O Piano é um instrumento musical de cordas percutidas, munido de um teclado e de uma grande caixa de ressonância. O som é produzido pela pressão das teclas que acionam martelos de madeira revestidos de feltro que, por sua vez, fazem percurtir as cordas. É dotado de dois pedais: o direito, quando pressionado, permite que as cordas permaneçam vibrando, mesmo que as teclas deixem de ser tocadas; o esquerdo, também chamado surdina, serve para diminuir o brilho da sonoridade. O primeiro piano foi fabricado pelo italiano Bartolomeu Cristofori.
Bartolomeu Cristofori, construtor de cravos de Florença, por volta de 1700 já havia concluído a fabricação de pelo menos um destes instrumentos que chamou de "Gravicembalo col Piano e Forte", isto é , cravo com sons suaves e fortes. Enquanto as cordas do cravo são tangidas por bicos de penas, o piano tem suas cordas percurtidas por martelos (revestidos de couro nos primeiros modelos), cuja dinâmica pode ser variada de acordo com a pressão dos dedos do executante. Isso daria ao piano grande poder de expressão e abriria uma série de possibilidades novas.
No começo o piano custou para se tornar popular porque os primeiros modelos eram muito precários. Haydn aceitou o piano em pé de igualdade com o cravo e o clavicórdio. Durante muito tempo a música para instrumento de teclado continuou a ser impressa com a indicação 'para pianoforte ou cravo', mas, no final do século XVIII o cravo já havia caído em desuso, substituído pelo piano.
Apesar do piano ter sido inventado por um italiano, foram os alemães que, com afinco, levaram a idéia adiante. Dentre estes construtores podemos citar: Silbermann, Zumpe, J. Stein. Os ingleses passaram também a construir pianos, de mecanismo mais pesado e som mais cheio e rico, considerado pai daquele usado atualmente. As melhorias dos pianos ingleses foram devidas ao famoso fabricante John Brodwood. Bradwood foi responsável por grandes transformações no instrumento: em 1783 patenteia os dois pedais, o pedal surdina e o pedal direito. Em 1790, fabrica o primeiro piano com 5 oitavas e meia e, em 1794, cria o de 6 oitavas.
Grande revolução na sensibilidade do toque veio com Erard, que, em 1821, inventou o duplo escapo. Consistia este em deixar o martelo, depois de ferir a nota, a uma pequena distância da corda e mantê-lo sob total controle da tecla, enquanto ela permanecesse abaixada. O toque de notas repetidas tornou-se, então, possível, pois o duplo escapo permite que se toque repetidamente a mesma tecla.
No século XIX o piano passou por diversos melhoramentos. O número de notas foi aumentado, as cordas ficaram mais longas e grossas e os martelos, antes cobertos por couro, passaram a ser revestidos de feltro, melhorando a sonoridade. Os compositores românticos passaram a explorar todos os recursos do piano. Quase todos os compositores românticos escreveram para o piano, mas os mais importantes foram: Schubert, Mendelssohn, Chopin.
Bartolomeu Cristofori, construtor de cravos de Florença, por volta de 1700 já havia concluído a fabricação de pelo menos um destes instrumentos que chamou de "Gravicembalo col Piano e Forte", isto é , cravo com sons suaves e fortes. Enquanto as cordas do cravo são tangidas por bicos de penas, o piano tem suas cordas percurtidas por martelos (revestidos de couro nos primeiros modelos), cuja dinâmica pode ser variada de acordo com a pressão dos dedos do executante. Isso daria ao piano grande poder de expressão e abriria uma série de possibilidades novas.
No começo o piano custou para se tornar popular porque os primeiros modelos eram muito precários. Haydn aceitou o piano em pé de igualdade com o cravo e o clavicórdio. Durante muito tempo a música para instrumento de teclado continuou a ser impressa com a indicação 'para pianoforte ou cravo', mas, no final do século XVIII o cravo já havia caído em desuso, substituído pelo piano.
Apesar do piano ter sido inventado por um italiano, foram os alemães que, com afinco, levaram a idéia adiante. Dentre estes construtores podemos citar: Silbermann, Zumpe, J. Stein. Os ingleses passaram também a construir pianos, de mecanismo mais pesado e som mais cheio e rico, considerado pai daquele usado atualmente. As melhorias dos pianos ingleses foram devidas ao famoso fabricante John Brodwood. Bradwood foi responsável por grandes transformações no instrumento: em 1783 patenteia os dois pedais, o pedal surdina e o pedal direito. Em 1790, fabrica o primeiro piano com 5 oitavas e meia e, em 1794, cria o de 6 oitavas.
Grande revolução na sensibilidade do toque veio com Erard, que, em 1821, inventou o duplo escapo. Consistia este em deixar o martelo, depois de ferir a nota, a uma pequena distância da corda e mantê-lo sob total controle da tecla, enquanto ela permanecesse abaixada. O toque de notas repetidas tornou-se, então, possível, pois o duplo escapo permite que se toque repetidamente a mesma tecla.
No século XIX o piano passou por diversos melhoramentos. O número de notas foi aumentado, as cordas ficaram mais longas e grossas e os martelos, antes cobertos por couro, passaram a ser revestidos de feltro, melhorando a sonoridade. Os compositores românticos passaram a explorar todos os recursos do piano. Quase todos os compositores românticos escreveram para o piano, mas os mais importantes foram: Schubert, Mendelssohn, Chopin.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O Instrumento musical de mais de 4.000 anos
Arqueólogos encontram instrumento musical de 4.000 anos
'Arqueólogos encontraram na Irlanda um instrumento musical que acreditam ter sido usado há mais de 4.000 anos por homens pré-históricos. Não bastasse, eles ainda conseguiram tocar algumas notas do que pode ser o mais velho instrumento musical de madeira já descoberto.
Composto por seis tubos que não estavam mais juntos, o instrumento foi descoberto durante escavações para a construção de um conjunto residencial na cidade costeira de Greystones, ao sul de Dublin.
"É uma descoberta incrível. Eles foram preservados porque estavam em uma parte baixa e úmida do local", disse Bernice Molloy, arqueóloga que participou do trabalho.
Os tubos de madeira, medindo de 30 cm a 50 cm de comprimento tinham um estreitamento no final, mas não possuíam perfurações. Mesmo assim, os cientistas conseguiram tocar uma série de notas musicais, incluindo mi bemol, lá bemol e fá.
De acordo com Margaret Gowen, proprietária da consultoria arqueológica responsável pela descoberta, o instrumento parece ser, pelo menos, mil anos mais velho que qualquer outro que ela diz ter notícia na Europa.
"Há um artefato chinês datado de 1.500 a.C. que sugere um instrumento musical, mas é mais uma ilustração que um instrumento", diz Gowen.
Segundo a especialista, uma flauta sofisticada de 2.000 anos já foi encontrada na Hungria. Além disso, também na Irlanda, já foram escavados instrumentos musicais feitos de ossos, incluindo flautas simples e apitos de mais de mil anos.
domingo, 24 de julho de 2011
Harmonia musical
Para quem gosta realmente de música abaixo está um pouco da sua teoria
Conteúdo:
- Tríade
- Harmonia Quartal
- Harmonia por Quintas
- Harmonia por Segundas e Clusters
- Acorde de Empréstimo Modal
- Cadências
- Modulação
- Movimento de engano
Harmonia é a relação vertical das notas que são executadas num mesmo momento. A harmonia pode ser ternária (sons formados pelo intervalo de terças, ex. Do/Mi/Sol ou Do/Mi bemol/Sol), quaternária (formada por intervalos de quarta, ex. Fa/Si/Mi ou Fa/Si bemol/Mi), quinária (intervalo de quinta, inversão do de quarta, ex. Si/Fa/Do), intervalo de segunda (ex. Do/Re/Mi) e assim por diante. É irrelevante se estes intervalos são maiores ou menores ou mesmo aumentados.
É básico para o estudo da Harmonia e para a composição, que se tenha em mente a seguinte tabela de intervalos, que são os graus dos tons com relação a uma nota fundamental, neste exemplo (Dó).
Neste exemplo, Re# ou Mi bemol, forma com respeito à Do, um intervalo de terça menor (3m).
Tríade
A tríade pode assumir 4 formas distintas:
- Maior
- menor
- Diminuta
- Alterada
Na harmonia a quatro vozes é habitual suprimir-se a 5a. na tríade extendida. Neste tipo de acorde as notas principais são:
- Fundamental - indica a tonalidade
- Terça - Qualidade do acorde (maior, menor, etc.)
- Sétima - indicação da extensão
- A dissonância característica
A diferença entre a Tríade Extendida e a Tríade com Nota Adicionada é que a segunda sempre terá uma:
- Fundamental
- Terça
- Quinta
- A adição
Voltar
- Acorde Diminuto:
Qualquer nota do acorde diminuto pode ser a sensível superior ou inferior do acorde de resolução (seguinte). Na verdade, só são possíveis três acordes diminutos, já que invertidos cada um deles gerariam três novos acordes diminutos diferentes. Ex.: - Acorde de sexta aumentada (sexta Italiana):
O acorde de sexta Italiana nasce derivado do 6 grau da escala menor, da qual é suprimida a quinta e substituída por uma sexta aumentada. - Acorde de sexta Alemã:
Derivado do acorde de 6 Italiana, apenas acrescenta-se a 6 aumentada. Em termos de sonoridade este acorde não tem nada de novo pois soa enarmonicamente como uma 7a. de dominante. A peculiaridade deste acorde reside na possibilidade de uma nova resolução de uma sonoridade tradicional. Quando se escreve Fá# ao invés de Gb a sensível deixa de ser a terça.
Obs.: Todo acorde do tipo de sétima dominante pode se resolver em oito acordes diferentes, sendo que cada uma das notas que formam trítono pode ser uma sensível superior ou inferior de um acorde menor ou maior.
- Acorde de sexta Francesa:
Nasce do acorde de 6 Alemã, substitui-se a 5a. pela 4a. aumentada. Resolve como um acorde diminuto, isto é, pode resolver para 16 novos acordes.
Harmonia Quartal
A harmonia quartal se caracteriza por manter a relação intervalar de 4a. entre as notas que compõe um acorde. A harmonia quartal para acordes de três sons pode assumir três formas:
- Duas quartas justas sobrepostas
- Uma quarta justa e 1 quarta aumentada
- Uma quarta aumentada e 1 quarta justa
Pode ser acrescentada tanto uma quarta justa como uma aumentada. Exs.:
Obs.: Por quarta justa se pode fazer um acorde com todas as notas da escala.
Duas quartas justas ou não, mais uma nota qualquer: o acorde mais comum por adição de quarta é o que adiciona uma terça à nota mais aguda. Ex:
Voltar
Harmonia por Quintas
A harmonia por quintas pode ser formada por intervalos de quinta justa, quinta diminuta ou quinta aumentada. Observe o exemplo:
Possui a mesma regra da Harmonia Quartal Adicionada. Na verdade os acordes de quinta são inversões dos acordes de quarta.
Harmonia por Segundas (Clusters)
- Diatônico: Formada pelas notas de uma escala diatônica. É mais comum que estas notas sejam formadas pela escala de Dó Maior, chamado de cluster branco porque é tocado nas teclas brancas do piano.
Escrita:
- Cromático: Usa a escala cromática.
Escrita:
Acordes de Empréstimo Modal (AEM)
Acordes de empréstimo modal (AEM) são acordes do modo (tonalidade) menor usados no modo maior paralelo e vice-versa. Tonalidade homônima ou parelela é quando temos tonalidades diferentes para a mesma tônica. Por exemplo, a tonalidade paralela de Dó maior é Dó menor. A tabela abaixo representa os tipos de acordes que podem ser utilizados nos graus indicados em substituição ao modo homônimo ou paralelo.
Modulação
- Apresentação do tom inicial (com cadência forte)
- Criação de uma região pivot (comum a ambos os tons)
- Apresentação de um acorde diferencial, fixando o novo tom.
- Cadência no tom de chegada.
Cadências
- Conclusiva:
- Perfeita - V-I
- Plagal - IV-I
- Suspensiva:
- Meia-cadência (à dominante) - II-V; I-V; IV-V
- Cad. Imperfeita - V-I3; V7-I3
- Cad. de Engano (interrompida) - V-VI
- Resolução das notas atrativas.
- A nota de resolução da sensível pode ser a 5a., a 7a., a 9a., etc. do acorde de resolução.
Obs.: Cada acorde de resolução pode possuir uma ou mais alterações. Isto implicará necessariamente numa harmonia cromática.
Para saber mais visite:
http://www.musicaeadoracao.com.br
sábado, 23 de julho de 2011
Percepção musical - Solfege
Fonte: http://www.solfege.org/
sexta-feira, 22 de julho de 2011
O que mais lhe faz interessar por uma música?
Sabe-se que a música é parte da vida e dos interesses de todos, sejam jovens ou não. Entre diversos tipos distribue-se a apreciação das pessoas. E uma pergunta surge:
O que faz você gostar de um determinada música?
O ritmo?
A batida?
A melodia instrumental?
A letra e a mensagem transmitida?
Espero sua resposta, diga o que realmente te faz gostar da música.
...Fy
O que faz você gostar de um determinada música?
O ritmo?
A batida?
A melodia instrumental?
A letra e a mensagem transmitida?
Espero sua resposta, diga o que realmente te faz gostar da música.
...Fy
quinta-feira, 21 de julho de 2011
A música é uma fonte de tranquilidade?
O gosto pela música é compartilhado pelo mundo inteiro, mesmo que de formas diferentes. Eu, por exemplo, gosto de música gospel e nos momentos mais difíceis, que trazem dor e tudo mais eu começo a ouvir louvores, o que me conforta bastante. Hinos que mais me ajudam são os da dupla sertaneja Daniel & Samuel, Os Levitas, Zé Marco e Adriano e assim vai. Mas, tenho amigos que gostam de relaxar ouvindo funk, rock, pop, MPB além de outros gêneros.
De qualquer forma, muitos acreditam que a música é uma forma de descansar, de expressar-se, de alegrar-se, distrair-se.
E você o que acha que ela proporciona às pessoas?
Aguardamos sua resposta
...Fy
De qualquer forma, muitos acreditam que a música é uma forma de descansar, de expressar-se, de alegrar-se, distrair-se.
E você o que acha que ela proporciona às pessoas?
Aguardamos sua resposta
...Fy
sábado, 16 de julho de 2011
Greve da Rede Estadual do Rio de Janeiro
Há mais de um mês que as escolas estaduais do Rio de Janeiro estão em greve, parcialmente ou completamente, e nenhum acordo foi firmado entre os professores e governantes.
A categoria requer um aumento salarial de 26%...enquanto isso os alunos são cada vez mais prejudicados, ficando sem aulas e sem preparação para o seguir dos anos, as provas vestibulares e para o futuro, o qual é o assunto mais discutido e mais usado como tema nas campanhas em época de eleições.
Sem educação como fica o futuro de nosso país, que depende de nossos jovens?
A categoria requer um aumento salarial de 26%...enquanto isso os alunos são cada vez mais prejudicados, ficando sem aulas e sem preparação para o seguir dos anos, as provas vestibulares e para o futuro, o qual é o assunto mais discutido e mais usado como tema nas campanhas em época de eleições.
Sem educação como fica o futuro de nosso país, que depende de nossos jovens?
Seis meses da tragédia na região serrana - RJ
A pedido de amigos, esse post refere-se ao fato de após 6 meses da maior tragédia natural ocorrida no Brasil, nada foi feito pelas autoridades da região.
As localidades que foram afetadas ainda mostram todos a marcas do acontecido, lugares destruídos, estradas danificadas, barrancos a ponto de desabar. E a população, que sofre com esses fatos não tem respostas dos governantes e ainda aparecem suspeitas quanto ao dinheiro das verbas direcionadas para as cidades atingidas.
As localidades que foram afetadas ainda mostram todos a marcas do acontecido, lugares destruídos, estradas danificadas, barrancos a ponto de desabar. E a população, que sofre com esses fatos não tem respostas dos governantes e ainda aparecem suspeitas quanto ao dinheiro das verbas direcionadas para as cidades atingidas.
Caros leitores
Olá!
Primeiramente quero que saibam que os leitores tem VOZ aqui no Jovens Músicos.
Este blog não é restritamente destinado à fins musicais, mas também reflete notícias além de outros assuntos que interessarem aos leitores.
Obrigado e nos ajudem a construir um blog satisfatório para todos.
Fy
Primeiramente quero que saibam que os leitores tem VOZ aqui no Jovens Músicos.
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